CIAAT ministra oficina no Parque Municipal
Data publicação 19/02/2016
Postado Por: Alexandrina Sant

 

No dia cinco de fevereiro, o Centro de Informação e Assessoria Técnica (CIAAT), ministrou a oficina tecnologia social fossa séptica biodigestora no Parque Natural Municipal de Valadares. Participaram do evento estudantes do curso de gestão ambiental do IFMG, campus Governador Valadares, funcionários da SEMA/prefeitura e o deputado federal Leonardo Monteiro e sua equipe.

A oficina apresentada pelo colaborador do CIAAT Guilherme Freitas tem como principal objetivo melhorar as condições ambientais da área e os índices de qualidade de vida dos moradores de regiões rurais e urbanas: “A fossa séptica realiza o tratamento do esgoto rural de forma econômica e ecológica”, afirmou o palestrante.   

Para compreender melhor o processo de instalação e os benefícios da tecnologia, o grupo assistiu a um vídeo produzido pela Organização do Povo que Luta (OPL), instituição da cidade de Caratinga, Minas Gerais, parceira do CIAAT. O trabalho em conjunto realizado pelas organizações instalou 150 fossas sépticas no município de Governador Valadares e região nos anos de 2012 e 2013 beneficiando inúmeras famílias que vivem em propriedades rurais atendidas pelo CIAAT.      

Prestigiando o evento, o deputado Leonardo Monteiro participou da oficina e avaliou o trabalho desenvolvido pelo CIAAT: “É importante trabalhar na conscientização da nossa população. Vivemos em uma época de mudanças de conceito, e o CIAAT tem feito este trabalho de conscientização ambiental no Vale do Rio Doce”, destacou.    

Ao final do curso, os participantes puderam conhecer na prática como é feita a instalação das fossas, através de uma demonstração do sistema e biodigestão que consiste na junção de três bombonas plásticas (um tipo de reservatório) ligadas diretamente à rede sanitária por meio de canos. As bombonas que são devidamente lacradas fazem o processo de biodigestão anaeróbica, ou seja, as bactérias que consumem a matéria orgânica na falta de oxigênio, deixando no final a água mais limpa para ser devolvida ao solo ou utilizada como adubação de plantas frutíferas.   

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